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A paralisia cerebral, apesar do que o nome pode sugerir, inclui um grupo de alterações que muitas vezes não apresenta comprometimento da inteligência, cognitivo ou do desenvolvimento da criança. Trata-se do resultado de uma lesão no sistema nervoso central (daí o nome) que pode atingir uma ou mais áreas do cérebro, mas que pode, por exemplo, trazer comprometimento somente da área motora (músculos e tendões). O sintoma principal nestes casos costuma ser a espasticidade muscular (músculos tensos e enrijecidos) que pode levar a deformidades com o tempo. O acompanhamento deve ser idealmente multidisciplinar com ortopedista pediátrico, neuropediatra, fisiatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiologia, entre outros a depender do grau de comprometimento.
A “dor do crescimento” é frequentemente relatada como uma dor de caráter recorrente, nas duas pernas, que ocorre predominantemente no final do dia ou durante a noite. É mais comum em crianças dos 3 aos 6 anos de idade e não tem preferência por sexo. Se a dor do seu filho/filha for persistente e/ou fugir dessas características é importante procurar um ortopedista pediátrico para excluir outras possibilidades de diagnóstico.